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Me venderam um romantismo forçado
E eu peguei o pote e joguei inteirinho no chão
Cacos de vidro se misturaram com paixão

Tendo as mãos manchadas de sangue
Me perguntaram se eu não tinha coração

Sem limpá-las, deitei-me
Toda noite amores sonhados me põem a dormir.

- Postado por: Dri Ebecken às 23h07
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Terminei o livro, em prantos, é verdade, mas só porque eu ainda não sei lidar com a morte, principalmente quando o diálogo é direto. E não foi só o fato de termos o lido quase ao mesmo tempo, foram as frases dos capítulos finais que me lembraram você. Era através delas que iria lhe responder.

"Adoro este lugar e o odeio, porque ele é cheio de palavras." (p 467)

Para a menina que sempre busca em mim retorno, responde a menina que gosta dos entornos.

Eu me lembro de um diálogo em um filme, talvez um livro, não sei bem qual. Um personagem dizia ao outro que não o desculpava, porque não podia lhe tirar a culpa, mas que o perdoava.

Eu seria diferente, no olhar de outros, seria covarde. Acho que o perdão é algo divino. Se tivesse que escolher um dos dois pra presentear outrem, é provável, ficaria com as desculpas.

É mais fácil se culpar, do que perdoar alguém. Mas e o perdão a si mesmo?
Às vezes me pergunto, que se quando não fica nada, será que não é para nós mesmo voltarmos à estaca zero?
A história volta ao ponto inicial, ou será que nós que recomeçamos?

Fico com a segunda opção: entre a areia ou a semente, já tem minha resposta.
Não é ao "por favor" que damos o direito, é ao "com licença, tenho que me refazer".
Entre o ser e o fazer-se, brota o refazer-se.



- Postado por: Dri Ebecken às 02h43
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