
Parece não ficar nada, dissoluções. Como se o tempo no varrer cíclico volvesse tudo ao vaporoso e à nada de novo permitisse a entrada até o segundo zero, do minuto zero, da hora zero, dia, mês e ano do tempo certo. Quem sabe desse calendário? Virá nele as resoluções solucionáveis, a permissão ao cultivo dos sonhos, a possibilidade do acontecer, mesmo em suor, pelo o que vale? Terá por vez inédita dedos doces em inteligível linguagem? Esse esfacelar em grão sem saber-se areia ou semente, essa busca cega do que rega a alma venta a bússola dos rumos, é catavento de pensamento no centro da tempestade e o único sonhar possível atrela-se ao por favor: a renovação da vida, um início a iniciar-se... - Postado por: Cris Ebecken às 15h15 [ ] [ envie esta mensagem ] |